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Mostrando postagens de Maio, 2010

Subiram além de toda cor

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(Imagem: Google)

Subiram além de toda cor
Azul que sempre preto E fizeram xixi branco azul vermelho Na lua que era cinza Depois civilizada silenciosa rua.


Jaquelyne de Almeida Costa

Janeflí - Herdeira de Fênix

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Digo-te que a cada fogueira saltada renasço entre incensos e raízes perfumadas.

Janeflí desde nascença

Foto e parlatório: Jaquelyne A. Costa

Oráculo de Janeflí

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(Imagem: Google)
Cuidado com aqueles que se apresentam sempre em voz mansa: a maldade deles nunca o limite alcança.


Oráculo: Janeflí desde nascença

Claro Enigma II

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À meia noite me despeço dos sonhos e calço minhas havaianas.
Foto e texto: Janeflí desde nascença

Le parapluie

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(Imagem: Google) Le parapluie. Ouvi. Senti os pingos da chuva e então me estenderam um guarda-chuva. Queria guardar meu coração. Amor. Ternura. Caminho nublado, meus olhos pingados e um frio que percorria a espinha. O vento era o arrepio, talvez o assobio que cantava uma cançãozinha francesa. Ele não me disse nada. Lembro ainda o gesto. Delicado e gentil. Eu, desacostumada, estranhei. Mas mesmo assim aceitei. Percorremos a estrada até que cheguei ao meu destino. Paramos. Fitamo-nos. Baixei o rosto, ele o soergueu. Quis falar e ele, suavemente, me assinou um beijo em nome do seu nome. Seguiu-se para além do horizonte. Le parapluie, saudade de chuva. Nunca mais o vi.




Jaquelyne de Almeida Costa

À Maria (Vida inteira de MÃE)

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(Para minha Mainha e todas as mães do mundo tão doces quanto a minha)
Eu te digo minha Maria

O teu amor eu gostaria

De exibir o sabor

E o mundo te amaria.

Minha mãe, minha Maria

Eu não sabia

Que depois de tantos erros meus

O teu amor me amaria.

Minha flor, minha querida

Nem a dor, nem a tristeza

Tiram o amor e a sabedoria

Da tua sofrida vida.

Minha Mãe, minha Maria

Por ti eu gostaria

De voar até o espaço

E mil estrelas te daria.

Foto e poema: Jaquelyne de Almeida Costa

"A inveja é a podridão dos nossos ossos"

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(Imagem: Minuto de Sabedoria)
Uma pessoa invejosa torna-se engraçada de tão ridícula. Seu comportamento muda de figura a cada conquista do invejado, pois é até ofício ser invejado por um invejoso de primeira classe. Se o invejoso estiver em seu habitat de trabalho aí a “competição” inicia-se fervorosa por sua parte. Segundo meu compadre de todas as horas analfabetizadas, o Aurélio, inveja é desgosto ou pesar pelo bem ou felicidade de outrem. Bem, esse é o primeiro sintoma do invejoso. Todo mundo possui um nível de inveja, mas daquela “inveja boa” que a gente sente calado e logo passa. Todavia, há dois estágios deste sentimento. O primeiro é um grau mais ameno de inveja, aquele que afeta principalmente a quem é o possuidor, deixando-lhe com um suave gosto de derrotista.

Nesse estágio a criatura fica a suspirar, depressiva e olha com fome para o outro que está feliz na santa paz de Deus. Para se identificar o invejoso do grau 1 chegue perto dele, nem precisa contar vantagem, somente deix…