
Minha gente querida,
hoje venho até aqui pra dizer que vou dar um tempo de férias para o blog.
Infelizmente não estou tendo o tempo necessário para atualizá-lo e ler o de vocês também! Se é para fazer que se faça bem feito, não é mesmo?! Não gosto de ficar como na imagem que coloquei acima, tudo fora de controle, não quando se trata de responsabilidades...
Mas, é temporário! Não vou largar do pé de vocês, viu?!!!Rsrs...
Até que o tempo me permita a extrema liberdade de bem realizar as postagens e visitas! Enquanto isso, vou bailando nos caminhos do TCC e outros assuntos... que o vento me leve, que o vento me traga...
Um grande beijo para tod@s!!! Muita luz, paz de Deus!

Dame amor
Porque além do tango
Meu vestido dança desejo
E o amor é a rosa vermelha
Que tu levas à capela.
Dame, amor,
Dame el placer
De bailar um tango
Em Buenos Aires
Tragando-te como vinho quente.
Dame tus passos,
Supremo dançarino,
Tuas pernas me guiam
E tuas mãos decidem
Meus movimentos.
Dame amor
Pa’ bailar
No salão inspirador
Que é teu corpo.
Jaquelyne de Almeida Costa
(Foto: Jaquelyne Costa)
Está aí um ótimo livro para quem gosta de Folclore e principalmente sobre as lendas que habitam o Velho Chico. A juazeirense Maria Izabel Muniz Figueiredo, para muitos a Bebela que plantou o primeiro pé de Juazeiro que dá nome à sua cidade (brincadeiras a parte!), editou o livro Lendas e Mitos do Rio São Francisco 1501 - 2001 em 2003.
Agora Bebela pretende reunir todas as suas reportagens que saíram em jornais da região para publicá-las em um livro. Vamos torcer para que isso logo aconteça, pois é sempre muito bom conhecer e saber mais da cultura do nosso lugar!
(Foto: Juciana Cavalcante)Dançar, bailar...
mexer o corpo,
suar
cantar a música
voar
dançar, bailar
alegrar o espírito
amar.
(Jaquelyne A. Costa)
Agora meu corpo fala e sorri bailando...
Odara (Caetano Veloso)
Deixe eu dançar
Pro meu corpo ficar odara
Minha cuca ficar odara
Deixe eu cantar
Que é pro mundo ficar odara
Pra ficar tudo jóia rara
Qualquer coisa que se sonhara
Canto e danço que dará.

(Imagem: Google)
Estou completamente apaixonada por esta música de
Chico interpretada por
Nara Leão. Imagino-me nessas situações... ah, que delícia!!
Supõe que já cruzamos pela vida
Mas nos deixamos sempre para trás
Porque eu andava sempre na avenida
E tu corrias pelas transversais
Supõe que num comício colorido
A praça, enfim, vai nos conciliar
Supõe que somos do mesmo partido
Supõe a praça a se inflamar
Bandeiras soltas pelo ar
E tu começas a cantar
Supõe que eu vibro, comovida
E supõe que eu sou tua canção
Supõe que te apresentas como amigo
E me perguntas nome e profissão
Comentas que faz sol, ou tem chovido
Ou outro comentário sem razão
Supõe que eu te observo, compreensiva
Porém não tenho nada a acrescentar
Supõe que falas coisas dessa vida
Como querendo aparentar
Que tu tens muito o que contar
Que és um tipo original
Supõe que rio, divertida
E supõe que eu sou tua canção
Supõe que nós marcamos um cinema
Mas chegas lá pro meio da sessão
Pois teu trajeto tem algum problema
Que só te leva numa direção
Supõe que agora a tela me ilumina
Tu ficas assistindo ao meu perfil
Supõe a minha mão tão recolhida
Que não percebe a tua mão
Que não percebe a minha mão
Que não é sim, que não é não
Supõe que eu sigo distraída
E supõe que eu sou tua canção
Supõe que a boa sorte é nossa amiga
E que das 3 às 5 pode ser
Meu pai acaba que dobrar a esquina
E tu vens me encontrar, enfim mulher
Supõe que sem pensar nos abraçamos
Supõe que tudo está como previmos
É a primeira vez que nos amamos
Supõe que falas sem parar
Supõe que o tempo vem e vai
Supõe que és sempre original
Supõe que nós não nos despimos
E supõe que eu sou tua canção.

Enfeitiçada eu sigo o caminho
Passando por pedregulhos e espinhos
Na beira do rio alguém me acena
É meu Nego D’água que diz:
Vem pra cá, fulô de açucena!
Meia noite eu entro no rio
Que dorme mansinho
fazendo corrupio
a lenda que diz
nessa hora alguém entrar
perde o juízo
ficando por lá
pois eu sei que perdi o meu
quando o Nego me chamou
o meu coração tremeu
é batuque forte de amor.
Quando o sol se acordou
Eu já estava me requebrando
Fazendo troça na água
Com minha calda balançando
Mãe D’água me tornei
Agora ele é meu rei
E eu serei sua rainha
Vou lhe fazer doce companhia
E nas águas do Chico fundo mergulhar.
Foto e Poema: Jaquelyne de Almeida Costa
Janeflí e seus passos por outros lugares:
- Eufonia (Rádio Tropical Sat 102,5 FM - Juazeiro/BA)
- Gazzeta do São Francisco (Petrolina/PE)
- Jornal Mundo Jovem (RS)
- Membro da Câmara Brasileira de Jovens Escritores (RJ)
- Membro da UBE - Petrolina (União Brasileira de Escritores)
- Overmundo (Site de Cultura)
- Portal de Cultura Prosa em Verso (Concurso Virtual de Antologia Poética 2006)
- Site do Jornal Mundo Jovem (www.mundojovem.com.br)
Inscrição na areia
O meu amor não tem importância nenhuma.
Não tem o peso nem de uma rosa de espuma!
Desfolha-se por quem?
Para quem se perfuma?
O meu amor não tem
importância nenhuma.
(Cecília Meireles)
O Curioso caso de Benjamin Button (Trecho do filme)
"Para as coisas importantes,
nunca é tarde demais,
ou no meu caso,
muito cedo,
para sermos quem queremos.
Não há um limite de tempo,
comece quando quiser.
Você pode mudar ou não.
Não há regras.
Espero que você faça o melhor.
Espero que veja as coisasque a assustam.
Espero que sinta coisas
que nunca sentiu antes.
Espero que conheça pessoas
com diferentes opiniões.
Espero que viva umavida da qual se orgulhe.
E se você achar que não,
espero que tenha a força
para começar novamente"