Arde-me o coração porque te desconheço amor eterno meu. Ecoa em sístoles e diástoles desritmadas essa angústia de saber-te vivo mas não saber-te onde. Ah, desabrigado órgão irmão sem par pássaro sem voo estrela-do-mar sem lar por quanto tempo mais haverás de atravessar tal amaldiçoado caminho a desventurada saga? Eu, a desiludida a pela saudade já rendida sigo tonta pela vida que por certo já te abraçou te brindou com alguma outra amiga. Ao dobrar aquela esquina misteriosamente perdi-me por tentar desatinadamente te encontrar. Foto e poema - Jaquelyne Costa
Comentários
Bjaum
mas eu não consigo!
"Mas os passos deste mundo
pisam tudo, tudo, tudo...
Morte certa." (Cecília Meireles)
Encabulei com o comentário lá em minha "casa" rs
ADORO....o nome do seu blog.
Acredite ,SER ,mesmo que não tenha outro jeito não é para uma qualquer.
Há pessoas que não são nem a marra rs.
e vc é "SER" tanto
De
adorei seu comentário!!!
Um jeito tão cúmplice...
Olha, vou seguir você agora!!
Hum..que bom saber que eu SOU!!!
Beijos=*
Mas ainda bem, li um belíssimo poema.
Dei uma vista de olhos e gostei do seu blogue. Parabéns.
Boa semana, beijo.
E são incapazes de mirar-se no espelho."
afirmo perante os tribunais,
você é uma destas pessoas... sua simplicidade, seus cachos, sua maneira de reinventar... ah doce Jaque, como te admiro.
e sempre estou aqui
entregues a ti.
milhões de beijos.
do seu quase Homem que é Menino.
bjos
Beijos!!
Sonia Regina.
É claro que há as pessoas que escapam ao monstro da alienação.
Direto do Rio.
Beijos.