Infância noturna
Para minha mãe, enquanto dormia. E aos poucos Bem de leve Fecham-se aquelas cortinas escuras. Branca, Pura criança dorme. Não tenha medo, Minha querida, Não tema o profundo abismo do sono. Eu estou aqui, Eu estou bem ao seu lado Zelando-lhe o sono curto Da infância noturna. Jaquelyne de Almeida Costa