Moço-Tempestade
Para aquele que entrou feito tempestade na minha janela. Gosto quando me vens Cabelo longo solto ao vento Vestido inteiro in black cantando um rock pra mim. Gosto do teu jeito soturno De tuas mãos na guitarra De tuas calças rasgadas E teu olhar gatuno Me faz sempre suspirar. Tu és o Moço-Tempestade E vem dos teus cabelos A força do vento que move o meu desejo inteiro. Vem da tua boca A canção que me lembra o amor E que me deixa com saudade de ti. Tu és o Moço-Tempestade Vens fazer desordem No campo em que habito Me deixando sem resposta Sobre as juras que te digo. Jaquelyne de Almeida Costa *Para Léo do Rio, por sua presença em mim.